
Bogotá, 22 mar (Prensa Latina) O comandante da Força Aérea Colombiana, general Tito Saúl Pinilla, afirmou hoje que trabalhos de inteligência permitiram a realização da operação militar na qual morreram 33 insurgentes no departamento de Arauca.
Pinilla mencionou que nesse operativo houve participação de pessoas infiltradas no grupo, como parte de um processo de inteligência que se planejou há meses.
Também comentou que homens da guerrilha forneceram informação que permitiu a concretização da ação, considerada uma das mais fortes contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) nos últimos anos.
Fizemos acompanhamentos até que se deu o tempo propício para a operação, foi um processo de inteligência, expressou em declarações a uma emissora de rádio local.
O alto oficial sustentou que a ação, com ampla mobilização da aviação, do Exército e da Polícia, não durou mais de três minutos e se deu dentro da nova estratégia de guerra denominada pelo governo "Espada e honra".
Por sua vez, assegurou que o operativo nada teve a ver com a morte no fim de semana passado de 11 militares em uma emboscada atribuída às FARC em dito departamento.
De acordo com a versão oficial, na madrugada de ontem aviões da Força Aérea bombardearam um acampamento guerrilheiro em uma zona rural de Arauca, fronteiriça com a Venezuela, com resultado de 33 insurgentes mortos e várias capturas.
Enquanto isso, o ministro de Defesa, Juan Carlos Pinzón, assinalou que nos últimos dois dias, em operações da força pública nesse departamento foram neutralizados 41 membros das FARC; 36 abatidos e cinco detidos.
Emidio Campos:.
Diretor Operacional
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